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FEBRE AMARELA

O que previne?

  • Febre amarela.

 

O que é Febre Amarela?

  • É uma doença viral potencialmente grave.
  • A maior parte dos infectados apresentam poucos ou nenhum sintoma, mas transmitem a doença caso seja picado por um mosquito e esse mosquito pique outra pessoa. Entre os que adoecem, a enfermidade pode ser muito severa, com letalidade que varia de 30 a 60%.
  • As primeiras manifestações são súbitas, com febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias.
  • Após um breve período de bem estar (dois dias), o quadro pode melhorar ou evoluir para a forma mais grave, marcada por insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso.
  • Os indivíduos que se recuperam adquirem imunidade permanente.

 

Transmissão

  • Nas áreas silvestres, o vírus também é encontrado em macacos, seus hospedeiros intermediários (mosquitos) ao picar o animal, são contaminados e passam a infectar humanos.
  • A transmissão urbana da febre amarela desapareceu no Brasil em 1942, mas a forma silvestre é endêmica e eventualmente causa surtos e epidemias, como a que o país enfrenta desde 2017, quando a febre amarela silvestre chegou a áreas até então consideradas livres da enfermidade.

 

Faixa Etária

  • Pessoas a partir de 9 meses de idade.

 

Pedido Médico

  • Não necessita.

 

Esquema Vacinal

  • Crianças até 4 anos: duas doses, aos 9 meses e aos 4 anos. Acima de 4 anos: Uma dose.
  • Não há consenso sobre a duração da proteção conferida pela vacina. De acordo com o risco epidemiológico, uma segunda dose pode ser considerada pela possibilidade de falha vacinal.

 

Via de Aplicação

  • Subcutânea.

 

Efeitos e Eventos Adversos

  • Manifestações gerais, como febre, dor de cabeça e muscular são os eventos mais frequentes e acontecem em cerca de 4% dos que são vacinados na primeira vez e menos de 2% nas segundas doses.
  • Dor na área de aplicação ocorrem em 4% dos adultos vacinados e um pouco menos em crianças pequenas. A dor dura um ou dois dias, na forma leve ou moderada.

 

Interação Entre Vacinas

  • Não deve ser administrada concomitantemente com a vacina tríplice viral, aguardar um intervalo de 30 dias entre as vacinas.

 

Orientações

  • Compressas frias (temperatura ambiente) aliviam a reação no local da aplicação. Nunca realizar compressas quentes ou geladas.
  • Em casos mais intensos pode ser usada medicação para dor, sob prescrição médica.
  • Sintomas de eventos adversos persistentes, que se prolongam por mais de 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.

 

Exigência de vacinação para viajantes

  • Como o Brasil é considerado endêmico para a febre amarela, alguns países, só permitem a entrada de viajantes brasileiros que apresentem o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) com registro de dose aplicada no mínimo 10 dias da viagem. A dose fracionada não é válida para esse fim. Para obter o documento é necessário procurar os serviços públicos ou privados habilitados ou acessar o site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para emissão online

 

Contra indicação

  • Crianças abaixo de 6 meses de idade.
  • Indivíduos infectados pelo HIV, sintomáticos e com imunossupressão grave comprovada por exame de laboratório.
  • Pessoas com imunodepressão grave por doença ou uso de medicação.
  • Pacientes que tenham apresentado doença neurológica desmielinizante no período de seis semanas após a aplicação de dose anterior da vacina.
  • Gestantes, salvo em situações de alto risco de infecção, o que deve ser avaliado pelo médico.
  • Mulheres amamentando bebês com até 6 meses. Se a vacinação não puder ser evitada, suspender o aleitamento materno por 10 dias. Procure o pediatra para mais orientações.
  • Pacientes submetidos a transplante de órgãos.
  • Pacientes com câncer.
  • Pessoas com história de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina bovina ou outras).
  • Pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica).
  • Em caso de doença aguda com febre, a vacinação deve ser adiada até que ocorra a melhora.
  • Indivíduos com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da vacina.
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