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Mitos e verdades sobre as vacinas

Mitos e verdades sobre as vacinas

As vacinas são as grandes protagonistas da saúde pública! Graças a ela, já foi possível erradicar uma série de doenças, como a varíola, por exemplo. Além disso, a imunização também permite que diversas patologias fiquem sob controle, evitando grandes epidemias. No entanto, mesmo assim, ainda existem diversos mitos em torno da vacinação, o que contribui com o crescimento de movimentos anti-vacina, que em nada contribuem para o desenvolvimento da saúde. Por isso, hoje, vamos revelar alguns dos maiores mitos sobre esse assunto. Confira: 

 

Vacinas podem causar autismo: MITO

Não existe nenhuma correlação entre as vacinas e o Transtorno do Espectro Autista. Na verdade, quem possui o diagnóstico de TEA já nasce com ele, porque se trata de uma atipicidade no neurodesenvolvimento da criança. Por isso, fatores externos não são capazes de desencadear autismo, nem mesmo a vacinação.

 

Vacinas podem causar mais doenças do que preveni-las: MITO

Todas as vacinas que chegam a ser aplicadas nas pessoas passaram por uma série rigorosa de testes. Além disso, a produção de uma nova vacina é sempre baseada na ciência. Um dos objetivos de todo esse cuidado é justamente garantir a segurança dos imunizantes e se certificar de que o seu caráter preventivo seja muito maior do que qualquer possível efeito colateral que possam provocar.   

 

Vacinas causam efeitos colaterais perigosos: MITO

Qualquer vacina pode causar uma ligeira reação adversa, mas ela é leve ou moderada. Os efeitos mais comuns são febre, dor de cabeça, vermelhidão e inchaço no local da aplicação. Eles desaparecem espontaneamente dentro de poucos dias. Reações mais graves do que isso são raríssimas e normalmente estão associadas a alguma condição prévia do paciente, como alergia a um dos componentes da vacina, por exemplo.

 

Pessoas com doenças crônicas não podem se vacinar: MITO

Existe um senso comum de que doentes crônicos - portadores de hipertensão, diabetes, câncer e outras doenças similares - são mais “sensíveis” e, por isso, não devem se vacinar. Mas é justamente o contrário: essa população faz parte do grupo de risco para contrair diversas patologias e, portanto, é prioritária no recebimento de boa parte das vacinas.

 

Tomar vacina deve ser uma escolha individual: MITO

Como mencionamos anteriormente, a vacinação é uma estratégia importante na erradicação de doenças graves, mas só funciona assim se houver ampla adesão da população. Além disso, existem pessoas que não podem ser vacinadas por serem portadores de determinadas doenças autoimunes, por exemplo. Para quem não tem nenhuma contraindicação, tomar a vacina não é uma maneira de cuidar apenas de si mesmo, mas de proteger o outro e, assim, viver em sociedade!

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